Sobre nós


A Palavra para Todos é uma organização cristã interdenominacional sem fins lucrativos que tem por finalidade promover o conhecimento da mensagem do Evangelho de Jesus Cristo.

O exercício desta missão é alicerçado na orientação da Palavra de Deus e na dependência do Espírito Santo. Três verbos descrevem os objetivos da Palavra para Todos no cumprimento de sua missão:

Anunciar a mensagem do Evangelho de Cristo,
Ensinar toda a Palavra de Deus aos que creem e
Treinar os novos discípulos para o desempenho do serviço cristão.

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Então, Jesus aproximou-se deles e disse: "Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos". Mateus 28.18-20


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Reconciliação: Prioridade no Culto Cristão


"Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta" (Mateus 5:23-24).

O Sermão do Monte, do qual essa passagem faz parte, não deve ser compreendido como uma nova lei moralista que o ser humano seja capaz de cumprir por esforço próprio, mas como uma exposição aprofundada da lei de Deus, que revela a depravação total do homem e a necessidade absoluta da graça soberana de Deus para a salvação e a santificação. Jesus não está meramente ampliando a lei do Antigo Testamento - como no mandamento contra o homicídio em Êxodo 20:13, que Ele estende à ira em Mateus 5:21-22 -, mas cumprindo-a e aplicando-a ao coração, demonstrando que a verdadeira justiça excede a dos fariseus (Mateus 5:20).

Os versos acima destacam que a reconciliação horizontal (com o irmão), é inseparável da vertical (com Deus), refletindo a soberania divina sobre as relações humanas. Sem a graça regeneradora, o homem é incapaz de uma reconciliação verdadeiramente bíblica, pois o pecado corrompe tanto o coração quanto o culto. Entretanto, uma vez justificado pela fé e impulsionado pelo Espírito Santo, o crente é capacitado a buscar a restauração de relacionamentos como fruto da santificação progressiva.

Essa compreensão preserva o evangelho de qualquer forma de legalismo: não é o ato da reconciliação que nos torna aceitáveis diante de Deus, mas a fé em Cristo que nos habilita a obedecer. Contudo, quando os relacionamentos humanos permanecem quebrados por causa do pecado não tratado, o culto a Deus é seriamente comprometido.

O que aprendemos aqui?

1. O culto a Deus não é aceitável quando há conflitos não resolvidos com o próximo. Isso nos ensina que a religião meramente externa, dissociada da integridade do coração, constitui hipocrisia. Em um mundo de divisões, o texto nos chama a priorizar a resolução de rancores antes de participar de atos de culto ou oração: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo" (Efésios 4:26-27).

2. O texto está diretamente conectado à proibição da ira (Mateus 5:22), revelando que o rancor é equivalente ao homicídio no coração, o que exige uma resposta imediata para evitar o juízo divino. Em meio ao estresse da vida moderna e às polarizações culturais, o cristão é chamado a interromper até mesmo tarefas "importantes" para buscar reconciliação, impedindo que o orgulho perpetue inimizades: "Se possível, quando depender de vós, tende paz com todos os homens" (Romanos 12:18).

3. Mesmo se o ofendido é o outro, o crente deve tomar a iniciativa de reconciliação, refletindo humildade e total dependência da graça. No contexto da igreja, isso confronta a hipocrisia de participar da Ceia do Senhor ou do louvor, mantendo amargura no coração. Líderes cristãos, em especial, devem modelar essa postura, promovendo reconciliação e mediação em conflitos: "Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente... assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós" (Colossenses 3:13).

4. Relacionamentos quebrados distorcem o testemunho cristão, enquanto a reconciliação evidencia o poder redentor de Cristo. Em uma cultura digital que frequentemente estimula o ódio e o cancelamento, o texto nos chama a pausar debates e confrontos públicos para buscar reconciliação pessoal e bíblica: "Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só" (Mateus 18:15).

Essas aplicações reforçam que, na era contemporânea, a reconciliação não é opcional, mas essencial para um testemunho autêntico, impulsionado pela graça. É importante lembrar que buscar a reconciliação não significa, necessariamente, a restauração imediata da comunhão, pois esta depende de arrependimento genuíno e compromisso com a verdade; ainda assim, o cristão é chamado a dar os passos que cabem, em obediência a Deus, confiando os resultados à Sua soberania.

"A verdadeira adoração a Deus exige reconciliação prévia com o irmão, priorizando a paz relacional acima do ritual religioso, como fruto inevitável da graça soberana"

João Crisóstemo
07/02/2026

Vivendo e Aprendendo





Você já deve ter ouvido ou lido a expressão: "Tudo que sei é que nada sei." Popularmente atribuída ao filósofo grego Sócrates (470 a.C. - 399 a.C.), ela se originou, na verdade, da interpretação de Platão sobre os ensinamentos de seu mestre. De todo modo, essa frase resume bem a atitude de humildade intelectual de Sócrates em sua constante busca pela verdade, marcada pelo reconhecimento dos limites do próprio conhecimento. Ao meditar sobre a perfeição do Criador e as complexidades da vida, sou levado a concordar com o filósofo quanto ao valor da admissão da própria ignorância como convite à busca contínua pelo saber. Alicerçado nessa consciência, proponho-me a compartilhar aqui, de forma resumida, alguns ensinos adquiridos ao longo dos anos. 1. A Bíblia é a única e infalível regra de fé e prática cristã (2 Tm 3:16-17). Por melhores que sejam as intenções humanas, o princípio bíblico jamais pode ser substituído por qualquer outra alternativa na resolução de questões que envolvem um indivíduo cristão ou a comunidade cristã. A Palavra de Deus é autoridade máxima e suficiente para discernir a verdade e orientar a vida do povo de Deus (2 Pe 1:20-21; Jo 5:39-40; Atos 17:11; Sl 19:7-8; 119:105). Pensar e agir de outra forma é afastar-se da luz da verdade e flertar com as trevas (2 Co 10:4). 2. Conhecer o potencial pecaminoso da natureza humana previne expectativas exageradas sobre as pessoas (Jo 2:24-25). Originalmente, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, com capacidade de refletir atributos divinos como amor, razão e moralidade. Contudo, a queda corrompeu profundamente essa natureza, tornando-o inclinado ao mal. Até mesmo os regenerados permanecem em luta contra o pecado. Portanto, expectativas irreais sobre as pessoas são espiritualmente perigosas. A confiança última pertence somente a Deus (Gn 6:5; Sl 118:8-9; 146:3; Jr 17:9-10; Rm 3:10-12; 1 Co 10:12; Gl 6:1; Mt 26:33-35; 26:69-75). 3. O sofrimento é um dos meios pelos quais Deus, em sua providência, molda seus filhos à imagem de Cristo (Tg 1:2-4). O sofrimento na vida do cristão não é castigo. Na Escritura, o castigo aplicado por Deus é resultado da manifestação da Sua ira contra pecadores não arrependidos. Trata-se de Sua resposta santa, justa e necessária ao pecado. Deus é santo (Is 6:3), e o pecado é uma afronta direta à sua glória. Assim, o castigo divino é a expressão legítima de sua justiça contra aqueles que permanecem em rebelião e incredulidade (Rm 1:18; 2:5-6; Jo 3:36; Ef 2:1-3; 2 Ts 1:8-9). Por outro lado, livres dessa ira punitiva estão todos aqueles que foram feitos filhos de Deus por meio da fé em Jesus (Jo 1:12), pois ela já foi derramada sobre Cristo no Calvário (Is 53:4-6; Rm 3:25-26; 5:9; 8:1; 1 Ts 1:10; Gl 3:13; 1 Pe 1:6-7; 2:24; 4:12-13). Em vez de castigo, os crentes recebem a graciosa disciplina corretiva e santificadora do Pai celestial (Hb 12:5-11; Pv 3:11-12; Ap 3:19). Um dos principais objetivos de Deus ao permitir que soframos é tornar-nos semelhantes ao Seu Filho (Rm 8:28-29). Embora o sofrimento não seja bom em si mesmo, nem possa ser completamente interpretado ou explicado, Deus o usa para o bem. A cruz é o paradigma: Deus usa o pior mal para produzir o maior bem. Portanto, quando compreendemos que a disciplina não é expressão de ira condenatória, mas de amor pedagógico, nossa atitude em relação ao sofrimento é transformada. As Escrituras apresentam inúmeros exemplos disso: Moisés, Jó, José, Pedro, Paulo, entre outros. Viver à luz dessas verdades é aprender continuamente. É reconhecer a própria limitação, confiar plenamente em Cristo, submeter-se à autoridade das Escrituras, cultivar expectativas sóbrias quanto às pessoas e descansar na providência de Deus, mesmo em meio ao sofrimento. Assim, crescemos não apenas em conhecimento, mas em maturidade espiritual, sendo moldados, dia após dia, à imagem daquele que é a própria Verdade: Jesus Cristo. João Crisóstemo 23/12/2025

Adjectives and prepositions



Entendendo a Gramática

Não há regras gramaticais que determinam objetivamente qual preposição é usada com cada adjetivo; porém, existem alguns padrões que podem nos ajudar a identificá-la em diversas situações. Vejamos:

[At]: Usa-se at com adjetivos como amazing/terrible/good/bad, etc; para falar sobre skills and abilities. Exemplo: You are amazing at basketball.

[About]: Usa-se about com adjetivos sobre sentimentos ou sensações (feelings), como: worried/sad/happy/angry/excited/nervous/stressed, etc; para expressar a causa deste sentimento. Exemplos: She was worried about the exam./ He is excited about the new job. Por outro lado, às vezes of também é usado para expressar sentimentos. Exemplo: They were scared of flying.

[To]: Podemos usar to para indicar vínculo entre pessoas ou coisas. Exemplos: He is allergic to nuts./ She is married to the manager. Também é possível usar to para falar sobre o comportamento de alguém em relação a outro(s). Exemplos: Were they nice to you?/ He was very rude to the clerk.

Veja outras aplicações úteis de preposição com adjetivo: [For]: Exercise is good for you./ The city is famous for its cheese. [In]: They want someone who is experienced in design.

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Crisóstemo

A Fé de Marta



Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?" Ela respondeu: "Sim, Senhor, eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo" (João 11:25-27).
O contexto deste relato do Evangelho de João descreve o milagre que o Senhor Jesus operou ao ressuscitar seu amigo Lázaro, irmão de Marta e Maria. Embora este sinal milagroso seja o principal destaque da passagem, pretendo salientar as afirmações de Marta a respeito de sua fé em Cristo Jesus. Historicamente, e de modo geral, Marta tem recebido atenção negativa por uma atitude que lhe rendeu reprovação por parte do Senhor, conforme registra Lucas (Lucas 10:38-42). Aqui, porém, vemos que ela deveria ser lembrada muito mais por esta nobre declaração de fé do que pelo seu infeliz momento de inquietação e crítica. Jesus afirma que Ele é a ressurreição e a vida e que aqueles que pessoalmente creem nele viverão, ainda que morram. Para os que foram feitos filhos de Deus em Cristo (João 1:12), a morte física é apenas uma passagem para a vida abundante e para a perfeita comunhão com Deus. Entretanto, essa promessa não é uma experiência a ser desfrutada apenas no futuro, mas também aqui e agora. Ainda que existam limitações decorrentes do fato de o cristão viver em um mundo caído e carregar consigo uma natureza caída, o início dessa vida eterna ocorre no exato momento em que a pessoa crê em Cristo como seu Redentor (João 3:16,36; 5:24). Marta expressa sua fé em Jesus, ao dizer: "eu tenho crido". Na língua original, esta construção gramatical indica continuidade e demonstra que a fé que uma vez lhe fora concedida permanecia ativa. Além disso, sua fé estava fundamentada em um conhecimento profundo das Escrituras, o que se evidencia em seu argumento subsequente: Inicialmente, ela afirma que Jesus é "o Cristo". Essa declaração reflete o seu reconhecimento de que Ele é o Messias prometido e aguardado pelo povo judeu. Em seguida, Marta confessa que Ele é "o Filho de Deus", aquele que possui um relacionamento único e eterno com Deus, o Pai. Vale lembrar que o Evangelho de João foi escrito com o propósito de conduzir pessoas à fé em Jesus como "o Filho de Deus" (João 20:31). Por fim, ela se refere a Jesus como aquele "que devia vir ao mundo", isto é, o enviado de Deus para cumprir perfeitamente Sua vontade de livrar os pecadores da condenação final. Juntas, essas declarações descrevem a mais elevada percepção que alguém poderia ter a respeito da pessoa de Jesus Cristo. Atente, portanto, para essa preciosa e precisa expressão de fé exercida por Marta naquele que entregou Sua vida na cruz, pois ela exemplifica o tipo de fé que resulta em ressurreição e vida eterna com Deus. João Crisóstemo 18/02/2025

Nada que Desabone


 



Quando ingressei na escola de teologia, no final da década de 1980, cópias de um pequeno texto datilografado foram distribuídas aos novos alunos. Ainda conservo o original guardado dentro da Bíblia, usando-o como marca-páginas. O conteúdo, conciso porém profundo, descreve um princípio da Palavra de Deus (Mt 18:15-17) e desafia aquele que o lê a assumir o compromisso de cumprí-lo. Não me foi possível avaliar o impacto que essa instrução escrita teve na vida dos meus colegas de turma, mas posso afirmar que ela me fez perceber as graves e inevitáveis consequências de se falar de maneira negativa sobre terceiros (Pv 11:12-13). Na última semana de janeiro de 2025, contatei o atual reitor da escola onde estudei por cerca de cinco anos (1989 a 1993). Tivemos uma conversa rápida e amistosa. Trocamos algumas informações por escrito num desses aplicativos de mensagens on-line. O principal objetivo desse contato foi certificar-me de que não havia nenhuma reclamação pendente contra mim referente ao período em que ali estive como aluno. Reproduzo aqui a resposta que recebi: "Olá, João, bom dia. Não temos conhecimento de nada que desabone sua passagem aqui entre nós. Abraços." Exultei de alegria e gratidão a Deus. O Senhor tem sido extremamente generoso comigo. Por outro lado, apesar de nada ter acontecido que desabonasse a minha conduta naqueles anos de estudo e de preparação espiritual para servir a igreja de Cristo, tenho plena consciência da minha fraqueza e da total dependência da graça de Deus para permanecer irrepreensível (1 Tm 3:2). Sou pecador da cabeça aos pés (Rm 3:10,23). Se porventura algum resquício de bondade for encontrado em mim, será por mérito exclusivo do Senhor Jesus Cristo que me amou ao ponto de sacrificar sua própria vida em meu lugar (Rm 5:8). A Ele seja "o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!" (Ap 5:13). Minha família, de origem muito humilde, fixou residência nesta cidade de Campinas, São Paulo, no início do ano de 1970. Cerca de uma década mais tarde, em 1983, "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29), veio ao meu encontro (Jo 15:16). Desde então, vivo pela fé nele, pois estou absolutamente convicto de que Ele é a minha única esperança de salvação (At 4:12; 1 Tm 2:5-6; Rm 6:23; Tt 3:4-7; Jo 3:16; Ef 2:8-9). Ao longo desta trajetória, tenho experimentado altos e baixos, erros e acertos, algo que me parece comum a todos os que participam da luta do Espírito contra a carne (Gl 5:17). Esclareço, porém, que as ofensas por mim cometidas até aqui têm sido corrigidas conforme orientação da Palavra de Deus (1 Jo 1:8-9). Entretanto, não posso deixar de reconhecer o poder santificador do Espírito de Deus, que opera em mim a sua graça diariamente. A despeito das lutas, a disposição para estudar a Palavra, orar, jejuar, renunciar ao pecado e gastar a vida a serviço do Evangelho torna-se mais forte à medida que o fim se aproxima. O Senhor me confiou uma missão (Mt 28:19-20) e, confiante na orientação e no poder capacitador do Espírito Santo, seguirei em frente (Hb 12:1-3). Para concluir, quero desafiá-lo a aplicar em sua vida o princípio que aprendi por meio daquele pequeno folheto. Assim como minha atitude para com os outros foi transformada, creio que a simples observância deste ensino pode promover uma grande mudança no comportamento da comunidade cristã de modo geral, reduzindo, de forma específica, os inúmeros problemas de relacionamento causados pelo mau uso da língua (Tg 3:5-12). Para melhor visualizá-lo, clique na imagem abaixo: João Crisóstemo 07/02/2025



Time clauses

 

Orações Temporais 

As orações subordinadas adverbiais (adverbial clauses), funcionam como adjunto adverbial da oração principal. São introduzidas por conjunções subordinativas e classificadas de acordo com as circunstâncias que exprimem. 

As orações subordinadas adverbiais temporais (time clauses), denotam as circunstâncias de tempo em que as ações acontecem e são geralmente introduzidas pelas seguintes conjunções: 

After, as, as long as, as soon as, before, by the time, every time, since, the moment (that), till/until, when, whenever, while.

Em geral, usa-se uma vírgula quando a oração subordinada vem antes da oração principal. Vejamos alguns exemplos: 

  • Henry went to the movies after he had dinner. Henry foi ao cinema depois que jantou. 
  • As I ran up the stairs, my foot slipped and I fell. Enquanto subia as escadas correndo, meu pé escorregou e eu caí.
  • You can go home early as long as you finish the work. Você pode ir para casa mais cedo contanto que termine o trabalho.
  • As soon as he arrives, we will have lunch. Assim que ele chegar, nós iremos almoçar. 
  • Robert always takes a shower before he goes to his job. Roberto sempre toma banho antes de ir para o trabalho.
  • We will have finished our homework by the time they arrive. Teremos terminado nossa lição de casa quando eles chegarem. 
  • Every time he calls, I'm out. Toda vez que ele liga, eu não estou. 
  • I have played tennis since I was six years old. Jogo tênis desde os seis anos de idade. 
  • I want to see him the moment (that) he arrives. Quero vê-lo no momento que ele chegar. 
  • We are open till six o'clock. Estamos abertos até às seis horas. 
  • We walked until it got dark. Caminhamos até escurecer.
  • I'll let you know when she arrives. Vou lhe avisar quando ela chegar. 
  • The child smiles whenever the puppy appears. A criança sorri toda vez que o cachorrinho aparece.
  • She's going to look after my cat while I'm away. Ela vai cuidar do meu gato enquanto eu estiver fora. 

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Indirect questions


Meaning and use


There are two ways to ask questions in English – directly and indirectly. Both have the same meaning, but we use indirect questions if we want to sound more formal or polite, especially when we are talking to people we don’t know.
(direct question) What time is it?
(indirect question) Could you tell me what time it is?
When we create indirect questions, the thing we are asking about becomes part of a longer question. We use introductory phrases such as:
Can/could you tell/show me …?
Do you know …?
Would you mind telling/showing me …?
Have you any idea …?
I wonder …
I wonder if you would mind telling/showing me …?
This is followed by a question word, such as what, who, when, where, how, or by if/whether, and then the information we want to know. The word order changes from the order of a direct question. Indirect questions have the same word order as statements.
(direct question) Where is the photocopier?
(indirect question) Do you know where the photocopier is?
If we are making an indirect question from a direct question that already contains a question word, like what, who, when, where or how, we keep that same question word.
(Direct question) - What is the dress code in the office?
(Indirect question) - Could you tell me what the dress code is in the office?
If the direct question doesn’t have a question word, then we use if or whether in the indirect question. We can use these interchangeably, although if is a little more informal.
(Direct question) - Is the coffee for everyone?
(Indirect question) - Could you tell me if the coffee is for everyone?

Form

Indirect questions have the same word order as statements:
introductory phrase + if or whether/question word + subject + verb
Look at the following:
(statement) - The meeting is at two.
(direct question) - When is the meeting?
(indirect question) - Do you know when the meeting is?
(indirect question) - Do you know if the meeting is at two?
Notice that the subject and verb in indirect questions after the question word when or if/whether are in the same order as in statements, i.e. subject + verb
(subject) (verb)
The meeting is …
… the meeting is
In the direct question, however, the order is verb + subject after the question word.
When is the meeting?

Take note: do, does and did 

In the present and past simple, we use do/does or did to make direct questions. We don't use these auxiliaries when we make indirect questions in the present and past simple. 
(direct question) - What time does the meeting start?
(indirect question) - Can you tell me what time the meeting starts?
(direct question) - Why did you leave your last job?
(indirect question) - Can you tell me why you left your last job?        
(direct question) - Did Mr Yenko ring yesterday?
(indirect question) - Do you know if Mr Yenko rang yesterday?


http://www.bbc.co.uk/learningenglish/english/course/lower-intermediate/unit-21/tab/grammar

How to use and love prepositions

As preposições em inglês (prepositions) são termos que funcionam como conectivos das orações.
São muito importantes para conectar as palavras de uma frase sejam substantivos ou pronomes, estabelecendo uma ligação entre elas. Sendo assim, as preposições completam o sentido das frases.

Significados das preposições

As principais e mais utilizadas preposições em inglês são:
  • In - dependendo do contexto pode significar: dentro de; em; de; no e na.
  • On - dependendo do contexto pode significar: sobre a; em cima de; acima de; em; no; na.
  • At - dependendo do contexto pode significar: à; em; na; no.
  • To - dependendo do contexto pode significar: para; a.
  • For - dependendo do contexto pode significar: para; durante; por.



Regras e exemplos

A melhor maneira de dominar o uso das preposições é atentar às regras gramaticais e exercitar seus usos. Confira a explicação abaixo e saiba quando usar at, in, on, to e for.

In

A preposição in é utilizada no seguintes casos:
1) Para indicar tempo, seja o ano, o mês, as estações do ano ou uma parte do dia.
Exemplos:
  • I study in the morning. (Eu estudo de manhã.)
  • He plays soccer in the afternoon. (Ele joga futebol de tarde.)
  • Her birthday is in October (O aniversário dela é em outubro.)
  • My nephew was born in 2012. (Meu sobrinho nasceu em 2012.)
  • We always visit Rio de Janeiro in the summer. ( Nós sempre visitamos o Rio de janeiro no verão).
Pay Attention!
Nessa regra existe uma exceção em relação ao termo “night”. Nesse caso, a preposição utilizada é o “at”, por exemplo: at night (à noite).
2) Para indicar lugar, seja uma cidade, um país ou um local específico.
Exemplos:
  • She lives in Brazil. (Ela mora no Brasil.)
  • He works in São Paulo. (Ele trabalha em São Paulo.)
  • Some people like to have a TV in the kitchen. (Algumas pessoas gostam de ter uma TV na cozinha.)
  • They left the dog in the house. (Eles deixaram o cachorro na casa.)
  • He is waiting for you in the living room. (Ele está esperando você na sala.)
Obs: "in the" significa: em, no, na, nos ou nas.

On

A preposição on é utilizada nos seguintes casos:
1) Para indicar tempo. No entanto, diferentemente do “in” ela é usada para datas específicas.
Exemplos:
  • I was born on March 15th. (Eu nasci no em 15 de março.)
  • She studies English on Tuesdays and Thursdays (Ela estuda inglês às terças e quintas.)
  • Jessica bought a new car on November 10th. (Jessica comprou um carro novo em 10 de novembro.)
  • They always go out on Fridays. (Eles sempre saem às sextas-feiras.)
  • I will travel on December 14th. ( Vou viajar em 14 de dezembro.)



Pay Attention!
Todos os dias da semana em inglês são precedidos pela preposição “on”:
  • She will go to the beach on Sunday. (Ela vai à praia no domingo.)
  • I hate to get up early on Mondays. (Odeio acordar cedo às segundas-feiras.)
  • He will come to visit me on Tuesday. (Ele virá me visitar na terça-feira.)
  • I have moved on Wednesday. (Eu me mudei na quarta-feira.)
  • You have an appointment with the dentist on Thursday. (Você tem uma consulta com o dentista na quinta-feira.)
  • We prefer to stay home on Fridays. (Nós preferimos ficar em casa às sextas-feiras.)
  • They will go to the gym on Saturday. (Eles vão à academia no sábado.)
2) Para indicar lugares e objetos. Todavia, diferentemente do “in” ela é usada para locais e objetos que possuem uma superfície. Nesse caso, ela significa em cima de (sobre a).
Exemplos:
  • The book is on the table (O livro está em cima da/na mesa).
  • The pillow is on the floor. (O travesseiro está no chão.)
  • My dog sleeps on the couch. (Meu cachorro dorme em cima do/no sofá).
  • I will put the notebook on my desk. (Vou colocar o notebook em cima da/na escrivaninha.)
  • She left her blouse on that chair. (Ela deixou a blusa dela em cima daquela/naquela cadeira.)



3) Para referir meios eletrônicos onde informações são disponibilizadas.
Exemplos:
  • I read that information on the company’s website. (Eu li aquela informação no site da empresa.)
  • Don’t believe everything you see on the Internet. (Não acredite em tudo que você lê na Internet.)
  • The diretor can’t talk to you now because he is on the phone. (O diretor não pode falar com você agora pois está ao telefone.)
  • He heard the news on the radio. (Ele ouviu as notícias no rádio.)
  • They watched the game live on TV. (Eles assistiram o jogo ao vivo na TV.)
4) Para indicar nomes de ruas ou avenidas.
Exemplos:
  • I live on Valadares Street. (Eu moro na rua Valadares.)
  • He wrote a book about a man who lived on Baker Street. (Ele escreveu um livro sobre um homem que morava na Baker Street.)
  • There are many famous places on Fifth Avenue. (Há muitos lugares famosos na Quinta Avenida.)
  • There is a bull statue on Wall Street, in New York. (Há uma estátua de um touro na Wall Street.)
  • They've got a company on Madison Avenue. (Eles têm uma empresa na Madison Avenue)
Entretanto, se ao endereço for acrescido o número, utiliza-se o "at":
Exemplos:
  • I live at 300 Valadares Street. (Eu moro na rua Valadares, nº 300.)
  • He wrote a book about a man who lived at 15 Baker Street. (Ele escreveu um livro sobre um homem que morava na Baker Street, nº 15.)
  • There is a nice movie theater at 2110 Burrard Street. (Há um cinema legal na Burrard Street, nº 2110.)
  • There is a huge bank agency at 57 Wall Street, in New York. (Há uma grande agência bancária na Wall Street, nº 57.)
  • They've got a company at 234, Madison Avenue. (Eles têm uma empresa na Madison Avenue, nº 234.)
Obs: “on” junto com o artigo the (o, a, os, as), ou seja, "on the", significa no, na, nos ou nas.

At

A preposição at é utilizada nos seguintes casos:
1) Para indicar horários
Exemplo:
  • I woke up at 9 am. (Acordei às 09h.)
  • The concert is at 10 pm. (O show é às 22h.)
  • Our flight will leave at 5 o'clock. (Nosso voo sairá às cinco horas.)
  • My children usually go to bed at 11 pm. (Meus filhos geralmente vão para a cama às 23h.)
  • He finished the exam at 3 pm. (Ele terminou a prova às 15h.)
2) Para indicar locais específicos.
Exemplos:
  • She has lunch at school every day. (Ela almoça na escola todos os dias.)
  • I saw him reading the newspaper at the café. (Eu o vi lendo o jornal no café.)
  • We'll celebrate my birthday at Dani’s house. (Vamos comemorar o meu aniversário na casa da Dani.)
  • She is at the hospital to visit the baby. (Ela está no hospital para visitar o bebê.)
  • They were waiting for their cousin at the airport. (Eles estavam esperando o primo deles no aeroporto.)
Obs: “at” acompanhado do artigo the (o, a, os, as), ou seja, "at the", significa no, na, nos ou nas.

To

A preposição to é utilizada nos seguintes casos:
1) Para indicar movimento, posição, destino ou direção.
We are going to Canada. (Nós vamos para o Canadá).
2) Para indicar duração de tempo (início e fim de um período).
I studied Portuguese from 1999 to 2005. (Eu estudei português de 1999 até 2005).
3) Para indicar distância.
It’s about 2 blocks from the supermarket to her place. (São cerca de 2 quarteirões do supermercado até a casa dela).
4) Para indicar comparação entre coisas.
I prefer going to the movies to staying at home. (Eu prefiro ir ao cinema do que ficar em casa).
5) Para indicar o motivo ou propósito. Nesse caso, a preposição é seguida de verbo.
We go out to relax and have fun. (Nós saímos para relaxar e nos divertir).

For

A preposição for é utilizada nos seguintes casos:
1) Para indicar duração de tempo.
I’ve worked at school for four years. (Trabalhei na escola por quatro anos).
2) Para indicar finalidade ou função de algo. Nesse caso, geralmente é seguido de gerúndio.
A shaver can is used for shaving the beard. (Um barbeador é usado para fazer a barba).
3) Para indicar benefício ou favor.
Exercising is very good for the health. (Fazer exercícios é muito bom para a saúde).
4) Para indicar motivo ou propósito. No entanto, diferentemente do “to” ele é seguido de substantivo.
This area is for guests only. (Esta área é só para convidados).



Preposições de tempo (Time prepositions)

As preposições de tempo são termos utilizados para indicar alguns momentos relativos ao tempo em que ocorrem:
After: após; depois de.
She generally plays tennis after class. (Ela geralmente joga tênis depois da aula.)
Before: antes de; perante.
He will wash the car before they begin the trip. (Ele lavará o carro antes de eles começarem a viagem).
For: por.
I have studied English for eight years. (Eu estudei inglês por oito anos.)
From: de.
I will work from 8 to 11. (Eu trabalharei das 8h às 11h.))
During: durante.
Stop talking during the movie! (Pare de conversar durante o filme!)
Since: desde.
We have been friends since 1989. (Nós somos amigos desde 1989.)
Until/Till: até; até que.
I have to study this subject over and over until/till I understand it. (Tenho que estudar essa disciplina mais e mais até entendê-la.)
Up to: até.

Up to now he hasn’t called. yet (Até agora ele ainda não ligou.)
Observe a tabela de preposições de tempo abaixo.
time prepositions

Preposições de lugar (Place prepositions)

As preposições de lugar (ou posição) são utilizadas para indicar o local de determinadas pessoas e/ou objetos no espaço. Confira abaixo as mais utilizadas:
owl prep
About: por, nas proximidades de.
Plastic cups have been left about the area by soccer fans. (Copos plásticos foram deixados na área pelos torcedores de futebol.)
OBSERVAÇÃO About também pode significar: sobre; a respeito de; acerca de; relativo a..
They were talking about the teacher. (Eles estavam conversando sobre a professora.)
Above: acima.
The bird was hovering above the rice field. (O pássaro estava voando sobre o campo de arroz.)
Across: do outro lado; atravessar.
He parked the car across de street. (Ele estacionou o carro dele do outro lado da rua.)
Against: contra; junto.
The fly flew against the window. (A mosca voou contra a janela.)
All over: em toda parte.
There are roses all over the room. (Há rosas em toda parte da sala.)
Along: ao longo de.
In the morning, I like to walk along the beach. (De manhã, eu gosto de caminhar ao longo da praia.)
Among: entre.
The kid hid among the trees (A criança se escondeu entre as árvores.)
Around: em torno de; nas redondezas.
There are many nice restaurants around the university. (Há muitos restaurantes legais em torno da universidade.)
As far as: até.
As far as I know, they are not sisters. (Até onde eu sei, elas não são irmãs.)
Behind: atrás.

The rabbit is behind the basket. (O coelho está trás da cesta.)
Below: abaixo.
My grade is below average. (Minha nota está abaixo da média.)
Beside: ao lado de.
The hospital is beside the gallery. (O hospital é ao lado da galeria.)
Besides: além de.
Besides being a teacher, she is also a translator. (Além de ser professora, ela também é tradutora.)
Between: entre.
My school is between a store and a drugstore. (Minha escola é entre uma loja e uma farmácia.)
Beyond: além de.
There is a beach beyond the bridge. (Há uma praia além da ponte.)
By: ao lado de.
I love that restaurant by your company. (Adoro aquele restaurante ao lado da sua empresa.)
Close to: perto de.
I am looking for a health club close to my house. (Estou procurando uma academia perto da minha casa.)
Down: indica direção para baixo
She went up the stairs. (Ela subiu as escadas.)
Far from: longe de.
Her new house is far from the city. (A casa nova dela é longe da cidade.)
In front of: em frente de.
There’s a subway station in front of my building. (Há uma estação de metrô em frente ao meu prédio.)
Inside: dentro; do lado de dentro.
We’d better wait inside the building because it’s raining. (É melhor aguardarmos dentro do prédio pois está chovendo.)
Into: em; dentro de.
He put his toys into the box. (Ele colocou os brinquedos dele dentro da caixa.)
Near: perto de.
The park is near the beach. (O parque é perto da praia.)
Next to: ao lado de; perto.
The publishing house is next to the hospital. (A editora é ao lado do hospital.)
Off: (para) longe de, (para) fora de.
They left him off the Project. (Eles o deixaram fora do projeto.)
Onto: para cima.
The cat jump onto the box. (O gato pulou para cima da caixa.)
Opposite: do lado oposto; na frente de; em frente a.
They were standing opposite one another. (Eles estavam de pé um de frente para o outro.)
Out of: fora de.
The tools are out of the box. (As ferramentas estão fora da caixa.)
Outside: fora; do lado de fora.
The kids are playing outside. (As crianças estão brincando do lado de fora.)
Over: sobre, por cima de;
Because of the storm, we had to fly over the clouds. (Devido à tempestade, tivemos que voar por cima das nuvens.)
Round: ao redor de.
The area round the office was full of police officers. (A área ao redor da escola estava cheia de policiais.)
Through: através.
She was looking through the window. (Ela estava olhando através da janela.)
Throughout: em todo o.
She wrote in first person throughout the text. (Ela escreveu em primeira pessoa em todo o texto.)
To: para.
I will send a postcard to them. (Enviarei um cartão-postal para eles.)
Towards: no sentido de; em direção a.
He was driving towards the city center. (Ele estava dirigindo na direção do centro da cidade.)
Under: sob; debaixo.
My shoes were under the bed. (Meus sapatos estavam embaixo da cama.)
Up: indica direção para cima.
He went up the stairs. (Ele subiu as escadas.)
Veja abaixo uma tabela com as principais preposições de lugar, explicações e exemplos.
place prep cut






Pay Attention!

Algumas preposições podem ser utilizadas tanto para indicar tempo (ou duração) como lugar (ou posição, movimento e direção). Isso vai depender do contexto ao qual estão inseridas. Veja abaixo alguns exemplos:

After

  • Tempo: He is going to school after lunch. (Ele vai para a escola depois do almoço).
  • Lugar: We were walking after her. (Estávamos andando atrás dela).

At

  • Tempo: I will pay that bill at the end of the year. (Eu vou pagar aquela conta no final do ano).
  • Lugar: I live at 400 Park Avenue. (I moro na Park Avenue, nº 400).

Before

  • TempoBefore she goes, let me call him. (Antes de ela ir, deixe-me ligar para ele).
  • Lugar: The father was standing before her, waiting for the truth. (O pai estava em frente à ela, esperando a verdade).

By

  • TempoBy this time next year I will be working from home. (A esta altura no ano que vem vou estar trabalhando de casa).
  • Lugar: The shopping mall is by the supermarket. (O shopping é ao lado do supermercado).

From

  • Tempo: I will be in the bank from 6 am on. (Eu estarei no banco das seis horas da manhã em diante).
  • Lugar: They flew from Madrid to São Paulo in ten hours. (Eles voaram de Madrid a São Paulo em dez horas).

In

  • Tempo: The house will be ready in three months. (A casa estará pronta em três meses).
  • Lugar: Porto is in the north of Portugal. (Porto é no norte de Portugal).

On

  • Tempo: We will have dinner with my family on Réveillon. (Nós vamos jantar com minha família no Réveillon).
  • Lugar: The pen is on the table. (A caneta está em cima da mesa).

To

  • Tempo: I studied Spanish from 2000 to 2005. (Eu estudei espanhol de 2000 a 2005).
  • Lugar: I was going to the supermarket when I saw the girl. (Eu estava indo para o supermercado quando vi a menina).
Carla Muniz
Professora Licenciada em Letras
https://www.todamateria.com.br/preposicoes-em-ingles/